Filme: No início foi assim...
No âmbito da Unidade
Curricular Língua Portuguesa e Tecnologia
de Informação e Comunicação, foi-nos solicitado que construíssemos um filme
onde uma das personagens fosse uma figura de mérito e tivesse a intervenção de
pelo menos uma criança na sua elaboração.
A
construção do filme iniciou-se com a escolha da temática. Várias foram as
ideias, mas a que foi escolhida foi a formação de Portugal, tendo como
personagem de destaque D. Afonso Henriques. Após a escolha da temática, o grupo
começou por fazer a história que se iria contar no filme.
De seguida, foi elaborado o guião do
filme. Este é composto por um texto acompanhado de desenhos, feitos por nós, do
que vai acontecendo ao longo do filme.
O filme ilustra a história de um
menino, Miguel, que vai ter com a sua avó Maria e ela está a ler um livro,
sentada no sofá, sobre a formação de Portugal e o seu fundador. Miguel não
sabia quem era D. Afonso Henriques, então a sua avó de uma forma simples conta quem
é D. Afonso Henriques e como este se tornou o primeiro Rei de Portugal.
Este filme tem como objetivo
principal dar a compreender que aprender sobre a história de Portugal pode ser
divertido e simples. O filme pode ser visto por crianças do pré-escolar, no
entanto devido ao seu conteúdo podemos definir como público-alvo crianças que
frequentem o 1.º e 2.º ciclo do Ensino Básico.
Neste filme houve a intervenção de
uma criança com 12 anos, Guilherme (Guigas), nos cenários e nas personagens. Ao
falarmos com o Guilherme sobre a história que o filme iria retratar e
identificarmos as personagens e os cenários que seriam necessários, ele sugeriu
que acrescentássemos mais duas personagens, o Rei e o mensageiro que levaria o
foral até ao D. Afonso Henriques. Segundo o Guilherme, não fazia sentido
mantermos o mesmo cenário e as mesmas personagens desde o momento em que ele
ganha a batalha até se tornar o Rei de Portugal. O grupo concordou com a
sugestão e pediu ao Guilherme para desenhar todas as personagens e os cenários,
mas como ele não sabia desenhar alguns elementos dos cenários, pediu para imprimirmos
os objetos que ele não conseguia desenhar, de forma a poder recortar e colar no
seu respetivo local.
Para concluir, podemos afirmar que a
intervenção do Guilherme neste trabalho foi muito positiva, pois para além de ter
feito todas as personagens e cenários que lhe pedimos, também se disponibilizou
para fazer de Miguel na primeira cena do guião e ainda sugeriu a elaboração de
mais duas personagens para que a parte final do filme fosse melhor compreendido.
Em suma, este trabalho foi muito
gratificante, pois para além de nos dar a possibilidade de criarmos um filme
com uma história escrita por nós, também nos proporcionou o contacto com uma criança
durante a sua realização, de forma a podermos interagir e observar as suas
reações ao longo da sua intervenção no trabalho.
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